Nossa relação bilateral com o Brasil

O Brasil e a Nova Zelândia disfrutam de uma relação amistosa, que se fortalece com crescentes laços de amizade entre seus povos. 

A Nova Zelândia é um destino de números crescentes de visitantes e estudantes brasileiros anualmente. Nós esperamos que mais neozelandeses possam visitar, estudar e investir no Brasil. As principais características de nossa relação comercial estão detalhadas abaixo. .

A agenda e trabalho da Embaixada está centrada em setores prioritários como educação, turismo e agricultura. As ferramentas de que dispomos para aprofundar a relação bilateral são o Fundo da Embaixada da Nova Zelândia, que apóia projetos de desenvolvimento regional e comunitário de pequeno porte, além de projetos de diplomacia pública e demais parcerias estratégicas com o Governo Federal e governos estaduais.

O Fundo da Embaixada da Nova Zelândia é gerido em consonância com os objetivos do Programa de Desenvolvimento e Cooperação da Nova Zelândia.

Brasileiros são elegíveis para as Bolsas de Estudo do Governo da Nova Zelândia: New Zealand development scholarships.  Há também um visto especial de trabalho e férias para jovens profissionais de até 30 anos bilateral working holiday scheme (external link).

Acreditamos ser muito importante os valores que compartilhamos e o engajamento que temos com o Brasil. Somos países membros da Coalização da Nova Agenda (CNA), um grupo de seis países focados no disarmamento nuclear. Como grandes países produtores de alimentos, nós temos interesses similares no que diz respeito à agricultura no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e cooperamos na  Global Research Alliance on Agricultural Greenhouse Gases (external link) .

Reconhecendo a importância e os crescentes fluxos comerciais, de turismo e de educação, a Nova Zelândia abriu escritórios da Trade and Enterprise/NZTE (1996), Educação/ENZ (2008) e Turismo /TNZ (2013) em São Paulo, e um Consulado Honorário no Rio de Janeiro (2014).

O Brasil é o maior parceiro na área de educação da Nova Zelândia na América Latina. A cada ano, são mais de 3.000 brasileiros que estudam em nosso país. A maioria deles cursa os últimos anos do ensino médio ou estão em estabelecimentos de ensino privado, aprendendo inglês. Alunos de educação superior também estão crescendo.

Do nosso lado, em 2016, foi lançado o programa de Bolsas de Estudo do Primeiro Ministro para a América Latina, que permite a neozelandeses escolherem programas de estudo e experiência profissional nos países latinoamericanos.

Cerca de 14.000 brasileiros visitam a Nova Zelândia a cada ano, o que faz do Brasil um dos principais emissores de turistas a nosso país. O Visto para Trabalho e Férias (New Zealand-Brazil Working Holiday Scheme) permite a jovens brasileiros trabalharem na Nova Zelândia por até 12 meses.

Comércio

Estatísticas 2016

Total de comércio de bens 

NZ$221,3 milhões

 

Exportações ao Brasil

NZ$67,5 milhões 

Principais exportações: Produtos lácteos, enzimas e máquinas.

Importações do Brasil

NZ$153,7 milhões

Principais importações: Açúcar e produtos farmacêuticos

PIB

US$1,772 billion

 
GDP per capita US$15,526 (PIB per capita da NZ é US$43,837)
Crescimento do PIB  -3,8%  

*Estatísticas de comércio referem-se ao péríodo de outubro 2015 a outubro 2016. Fonte: Global Trade Atlas.

Considerando a similaridade entre os produtos exportados pelos dois países, o comércio de bens não tem expectativas de aumentar muito nos próximos anos. Por outro lado, no entanto, a relação econômica deve aumentar, dominada principalmente por investimentos, licenças em tecnologia e serviços (incluindo turismo, educação e serviços de consultoria especializada, principalmente nos setores de gestão e uso das terras e meio ambiente). Nós já temos volumosos investimentos no setor de agricultura no Brasil, principalmente nas áreas de pecuária leiteira e agritecnologia.

O Latin America-New Zealand Business Council (external link) pode apoiar no desenvolvimento de relações comerciais e de negócios.

O programa da Embaixada é pautado pelos setores prioritários no Brasil, entre eles educação, turismo, negócios e agricultura. As ferramentas de que dispõe a Embaixada para o fortalecimento da relação bilateral inclui o Fundo da Embaixada da Nova Zelândia, que apoia projetos institucionais de pequena escala, com objetivo de desenvolver social e economicamente comunidades. Os projetos devem estar alinhados com a missão do Programa de Cooperação da Nova Zelândia, que é de promover o desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento, a fim de reduzir a pobreza e contribuir com um mundo mais seguro, igualitário e próspero.

Os brasileiros podem aplicar para as bolsas de estudos do Governo da Nova Zelândia New Zealand development scholarships.  Também está disponível o visto de trábalho e férias bilateral working holiday scheme (external link).

Desde 2016, está disponível aos estudantes neozelandeses o Programa de Bolsas do Primeiro Ministro para a América Latina, Prime Minister´s Scholarship for Latin America (external link).

O engajamento e os valores que compartilhamos com o Brasil são muito importantes para nós. Ambos somos membros da Coalização da Nova Agenda (CNA), um grupo de seis países focado no disarmamento nuclear.  Como países que produzimos grandes quantidades de alimentos que somos, compartilhamos interesses semelhantes nos temas de agricultura no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). Cooperamos também por meio da  Global Research Alliance on Agricultural Greenhouse Gases (external link).

Embaixadas

Visto de trabalho e férias

Os neozelandeses com idade entre 18 e 30 anos podem aplicar para o visto de trabalho e férias no Brasil.

Para mais informações, visitar o site Embassy of Brazil in Wellington website (external link).

Visitas oficiais recentes

Nova Zelândia ao Brasil
  • 2016: O Governador-General da Nova Zelândia Rt Hon Jerry Mateparae visitou o Rio de Janeiro e participou dos Jogos Olímpicos. O Ministro de Esportes Jonathan Coleman também participou dos Jogos. A Ministra para Pessoas com Necessidades Especiais Nicky Wagner participou dos Jogos Paralímpicos.
  • 2015: O Ministro de Educação Superior Steven Joyce visitou, acompanhado de delegação.
  • 2013: O Primeiro Ministro John Key visitou o Brasil, acompanhado de uma delegação de empresários e representantes de universidades. Sua visita incluiu reunião com a Presidente da República Dilma Rousseff. O Ministro da Agricultura Nathan Guy também se encontrou com o Ministro da Agricultura do Brasil, como parte da agenda oficial.
  • 2011:  O Presidente do Parlamento Lockwood Smith liderou uma delegação parlamentar ao Brasil, como parte de sua visita à América Latina, para estreitar laços parlamentares e relações econômicas com a região.  
  • 2010: O Ministro do Comércio Tim Groser liderou uma delegação de empresários neozelandeses ao Brasil, para promover relações comerciais e estreitar negócios.
Brasil à Nova Zelândia
  • 2013: Membros da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, liderados pelo Deputado Federal Fernando Giacobo, visitaram a Nova Zelândia.
  • 2010: O Governador da Bahia  Jaques Wagner visitou a Nova Zelândia.
  • 2009: Membros do Grupo de Amizade Parlamente Brasil e Nova Zelândia, liderados pelo Senador Heráclito Fortes e pelo Deputado Vieira Cunha, visitaram a Nova Zelândia pelo programa inter-parlamentar, a fim de ampliar o conhecimento mútuo e construir relaçoes de cooperação entre parlamentes do mundo.
  • 2008: O Ministro de Relações Exteriores Celso Amorim visitou a Nova Zelândia.